Não existe preço de tabela para treinamento em VR, e qualquer número dito antes de conhecer a operação é chute. O que existe são variáveis que mexem no orçamento de forma previsível — e dá para estimar a ordem de grandeza do seu caso sabendo quais são.
Quem pesquisa preço de treinamento em VR quase sempre encontra "fale conosco" ou um valor que não significa nada. O motivo real é que o mesmo pedido pode descrever projetos de tamanhos muito diferentes: um cenário único com avaliação simples, ou a sua planta reconstruída com seis procedimentos e analytics por colaborador. Em vez do número, esta página entrega as variáveis — com elas dá para estimar a ordem de grandeza antes mesmo de falar com alguém.
A variável de maior peso. Cada procedimento distinto é um cenário com lógica, avaliação e teste próprios.
Ambiente genérico ensina o conceito e custa menos; a sua planta reconstruída ensina o trabalho e custa mais.
Registrar quem concluiu é simples. Medir cada decisão, tempo e erro é o que vira diagnóstico — e soma produção.
Usar o parque que a empresa já tem, comprar, ou operar em formato de turma com equipamento nosso.
Treinar seus instrutores para aplicarem sozinhos, ou ter operador da TENKA no local a cada turma.
Objetivo, público, prazo e o que precisa estar operando no fim.
Lista do que entra e do que não entra — é o que torna propostas comparáveis.
Valor, prazo, etapas de aprovação e o que acontece se o escopo mudar.
Se o número não couber, cortamos escopo junto — não qualidade em silêncio.
É comum comparar o valor do simulador com o de uma turma de treinamento tradicional, e concluir que VR é caro. A comparação justa é outra: o simulador é produzido uma vez e aplicado em todas as turmas, inclusive nas reciclagens que a norma exige a cada um ou dois anos. Somando o ciclo inteiro, mais o custo de parar operação para montar prática real, a conta muda bastante. Também entra na conta o que não aparece na planilha: o acidente que não aconteceu porque a pessoa já tinha errado no cenário.
A TENKA não publica tabela de preços, e nenhum valor citado aqui é preço da TENKA. Onde há referência de mercado, ela vem de terceiros e está identificada como tal, servindo para calibrar expectativa — não para orçar o seu caso. Orçamento sai depois de uma conversa de entendimento, com escopo escrito.
Porque o mesmo pedido — "um treinamento de NR-35 em VR" — pode ser um cenário único com avaliação simples ou seis cenários com a planta da fábrica reconstruída, analytics por colaborador e operação em turma. Publicar um número faria você comparar propostas que entregam coisas diferentes, que é exatamente o problema que leva empresa a contratar errado.
Na ordem: a quantidade de cenários distintos, a fidelidade do ambiente ao local real e a profundidade da avaliação. Reconstruir a sua planta com precisão custa mais que usar um ambiente genérico, e medir cada decisão custa mais que apenas registrar quem concluiu. Nem sempre o mais caro é o certo — depende do que a empresa vai fazer com o dado.
O simulador é um custo de produção, pago uma vez; o treinamento roda quantas vezes a empresa quiser, inclusive nas reciclagens que a norma exige. Por isso o custo por colaborador cai a cada turma, e a comparação justa não é contra uma turma de treinamento tradicional, é contra o ciclo inteiro de reciclagens ao longo dos anos.
Dá, e costuma ser o caminho mais barato de descobrir se faz sentido: um cenário, um procedimento, uma turma-piloto. Se o resultado aparecer, expandir reaproveita o ambiente já construído. Se não aparecer, você descobriu com uma fração do investimento.