Uma experiência imersiva que faz o visitante parar, entrar na fila e sair contando. Cuidamos do conceito à operação: o que a pessoa vive dentro do headset, quanto tempo dura, quantas rodadas por hora o stand aguenta e quem opera no dia.
Em feira, a marca disputa atenção com dezenas de stands que oferecem a mesma coisa: um balcão, um folheto e alguém tentando puxar conversa. O visitante passa, pega o brinde e esquece. Uma experiência que exige o corpo da pessoa — e não só o olhar — muda o cálculo: ela entra na fila por vontade própria, passa minutos dentro da marca e sai com história para contar.
A experiência precisa dizer algo sobre a marca. VR genérico diverte e não comunica — e no mês seguinte ninguém associa aquilo a você.
Calculamos quantas pessoas por hora o stand precisa atender e desenhamos a experiência para esse número, não para o roteiro ideal.
Modelagem, interação, áudio e identidade visual da marca aplicada dentro da experiência.
Equipamento, montagem, higienização entre usos, staff treinado e supervisor responsável durante todo o evento.
Captura integrada ao CRM e registro da pessoa na experiência — o material que ela mesma publica depois.
Público, fluxo esperado, metragem do stand, energia disponível e o que a marca precisa comunicar.
O que a pessoa vive, por quanto tempo, e qual é a frase que ela repete depois de tirar o headset.
Construção da experiência e ensaio da operação com o tempo real de ciclo, incluindo troca de usuário.
Montagem, dias de evento com equipe dedicada e um fechamento com números de participação e leads.
Stand de feira pede ciclo curto e alto giro. Convenção interna aceita experiência mais longa e narrativa, porque o público é cativo. Lançamento de produto costuma pedir uma experiência que mostre o que não cabe no estande físico — a fábrica, o interior do produto, a escala real. Espaço proprietário, como showroom ou loja-conceito, justifica uma instalação permanente, com manutenção e atualização de conteúdo. O formato sai do evento, não do catálogo.
Em feira, o ponto de equilíbrio costuma ficar entre 90 segundos e 3 minutos. Mais curto não constrói memória; mais longo trava a fila e reduz quantas pessoas a marca consegue impactar por hora. Dimensionamos a duração pelo fluxo esperado do evento, não pelo roteiro ideal.
Sim. A ativação pode ser entregue chave na mão, com equipamento, higienização entre usos, staff treinado e um supervisor responsável pela operação durante todo o evento.
Pode gerar. O cadastro acontece na entrada da fila ou no fim da experiência, e a captura pode ser integrada ao CRM ou entregue em planilha. Também produzimos o registro da pessoa dentro da experiência, que costuma ser o conteúdo que ela mesma publica.
Sim. A produção é feita em São Paulo e a operação viaja — já considerando logística de equipamento, montagem e equipe no orçamento da praça.