Jogos pensados para o gesto, o ritmo e a rotina do celular — do primeiro protótipo jogável até a publicação na App Store e no Google Play, com a performance calibrada para o aparelho que o seu público realmente tem.
A maior parte dos jogos mobile morre não por falta de arte, mas por uma mecânica central que não sustenta o retorno. Isso aparece tarde quando a produção começa pela estética e deixa o teste para o fim. Começar pelo protótipo cru inverte o risco: se a mecânica não prende em cinza, nenhuma quantidade de polimento resolve.
Um trecho jogável, sem arte final, testado com gente de verdade. É a etapa mais barata para descobrir que a ideia não funciona.
Arte, código, áudio e interface avançando como um sistema só, com performance calibrada para o aparelho-alvo.
App Store e Google Play, incluindo fichas, classificação indicativa e o processo de revisão — nas contas do cliente.
Quando o modelo pede monetização, ela é desenhada junto com a mecânica, não colada depois.
Onde o jogador para, onde desiste e onde volta — para a próxima versão ser decidida por uso real.
Objetivo, público, referência e o que define sucesso para este jogo.
A mecânica central jogável, testada antes de escalar a produção.
Arte, código, áudio e interação, com otimização contínua no aparelho real.
Lojas, acompanhamento do lançamento e primeira rodada de ajustes.
Depende muito do escopo, mas a sequência é sempre a mesma: semanas até um protótipo jogável da mecânica central, e a partir dele o cronograma real da produção. Começar pelo protótipo é o que impede descobrir no sexto mês que a mecânica não sustenta o jogo.
Podemos conduzir a publicação, mas as contas de desenvolvedor na Apple e no Google ficam no nome do cliente. É o mesmo princípio do código e da infraestrutura: o ativo é de quem contratou, e isso evita a dependência que aparece quando o relacionamento muda.
A escolha vem do jogo. Mecânicas com simulação, física e render pesado pedem engine. Jogos mais leves, com forte componente de interface e integração, muitas vezes saem melhor e mais baratos fora dela. Decidir a tecnologia antes de definir a mecânica é a origem da maior parte do retrabalho.
Fazemos, mas vale conversar sobre o formato: para campanha, um jogo de navegador costuma performar melhor, porque o usuário entra por um link em vez de instalar. App faz sentido quando a marca quer relação contínua, não um pico de campanha.