Simulações em VR para capacitar equipes em processos, ambientes e situações que são caras, arriscadas ou impossíveis de reproduzir na prática. O colaborador erra no cenário virtual, repete quantas vezes precisar e sai com desempenho medido.
Slide, vídeo e palestra ensinam o colaborador a reconhecer a resposta certa na prova — não a tomar a decisão certa no momento em que o procedimento sai do script. A parte prática, que seria o que realmente fixa, costuma esbarrar em custo, risco ou na impossibilidade de parar a operação. O resultado é um treinamento que cumpre a exigência formal e não muda o comportamento no chão de fábrica.
Reconstruímos o local, o equipamento e o procedimento da sua empresa. Treinar num galpão genérico ensina o conceito; treinar no seu galpão ensina o trabalho.
O colaborador executa, erra e vê o que o erro causa. É a única forma barata de ensinar o que acontece quando o procedimento é pulado.
Sem custo marginal por repetição, sem agendar parada de linha e sem expor ninguém. Quem precisa de dez tentativas faz dez.
Cada ponto de decisão é registrado: o que foi feito, em que ordem, em quanto tempo. Vira nota por colaborador e diagnóstico por turma.
Entregamos também como o treinamento roda: quantos headsets, quantas pessoas por hora, quem opera, como higieniza e como os dados chegam ao RH.
Visitamos a operação, entendemos o procedimento, os riscos reais e o que hoje falha no treinamento atual.
Um trecho jogável antes de produzir tudo, testado com quem vai usar. É aqui que se descobre se a mecânica ensina mesmo.
Ambiente, interação, áudio e avaliação construídos como um sistema só, com performance calibrada para o headset escolhido.
Rodamos com uma turma real, medimos onde as pessoas travam e corrigimos antes de escalar para a empresa inteira.
Trabalho em altura, espaço confinado, risco elétrico, bloqueio e etiquetagem, segurança de máquinas: são os cenários em que a prática real é cara ou perigosa, e por isso os que mais ganham com simulação. Construímos o ambiente da sua empresa com os riscos que ele de fato tem, e a avaliação acompanha o procedimento que o seu SESMT definiu. Importante ser claro: a VR entra na parte prática e no reforço, e a validade formal do treinamento continua dependendo do profissional habilitado, da carga horária e dos requisitos que cada norma estabelece.
Fora da segurança, a mesma lógica vale para qualquer procedimento com sequência e consequência: montagem e setup de máquina, rotina de abertura de loja, protocolo de atendimento, situação crítica com cliente, onboarding de função. Quando a tarefa envolve ordem de passos e decisão sob pressão, a simulação ensina mais rápido do que o manual — e mede o que o manual não mede.
Vídeo 360 é assistido: o colaborador olha ao redor, mas não age. Um treinamento em VR é jogável — ele executa o procedimento, erra, sofre a consequência no cenário e repete. É essa decisão sob pressão que fixa o aprendizado e que pode ser medida.
Sim, como complemento prático. Construímos cenários para situações como trabalho em altura, espaço confinado, risco elétrico e segurança de máquinas, reproduzindo o ambiente real da empresa. A validade formal do treinamento continua dependendo do profissional habilitado e da carga horária que a norma exige — a VR entra na parte prática, não substitui a responsabilidade técnica.
Não necessariamente. O projeto pode ser entregue para o parque de equipamentos que a empresa já tem, ou operado por nós em formato de turma, com equipamento e operador no local. Se fizer sentido comprar, orientamos a escolha pelo cenário, não pela ficha técnica.
Cada cenário tem pontos de decisão instrumentados: o que o colaborador fez, em que ordem, quanto tempo levou e onde errou. Isso vira um painel por colaborador e por turma, que o RH ou o SESMT usa para decidir quem precisa repetir e qual etapa do procedimento está falhando no time inteiro.