Espaço confinado é o treinamento em que a prática real é mais cara e mais arriscada de montar — e o único em que o erro mata rápido. O simulador permite entrar, medir atmosfera, errar a sequência e sofrer a consequência no cenário, quantas vezes forem necessárias.
Para treinar espaço confinado na prática, seria preciso um espaço confinado parado, uma atmosfera controlada e alguém disposto a errar lá dentro. Como nada disso é razoável, a prática vira demonstração: o grupo olha o equipamento, o instrutor explica a sequência e todo mundo assina a lista. O trabalhador sai sabendo a ordem dos passos — mas nunca executou a ordem dos passos.
Tanque, silo, galeria, vaso ou caixa reconstruídos com a geometria e os acessos reais, não um cilindro genérico.
Oxigênio, gases inflamáveis e tóxicos variando conforme o que o trabalhador faz — ventilar, abrir, esperar ou entrar cedo demais.
Preenchimento, bloqueio de energias e checagem feitos como etapa do cenário, não como formulário na mesa.
A função mais negligenciada do treinamento, treinada da posição de quem fica fora e precisa agir quando algo acontece.
A situação que ninguém consegue ensaiar de verdade — inclusive o impulso de entrar para socorrer, que é o que mata o segundo trabalhador.
Mapeamento dos espaços confinados da operação e dos riscos atmosféricos de cada um, com o SESMT.
Cenários por função — trabalhador autorizado, vigia e supervisor — e critérios de avaliação.
Ambiente, simulação de atmosfera, interações e avaliação construídos e testados em headset.
Aplicação presencial, ajuste e passagem para os instrutores da empresa.
Trabalhadores autorizados, vigias e supervisores de entrada em espaços confinados.
A TENKA produz o simulador e o relatório de desempenho. Não somos escola de segurança do trabalho e não emitimos certificado de NR. A capacitação, a carga horária, o conteúdo programático, o instrutor e a documentação permanecem sob responsabilidade da empresa e do seu profissional qualificado em segurança do trabalho.
Dados normativos conferidos em outubro de 2026. Confirme a redação vigente no portal do Ministério do Trabalho e Emprego.
Para trabalhador autorizado e vigia, a capacitação inicial exige no mínimo 16 horas. Para supervisor de entrada, no mínimo 40 horas. O treinamento periódico é anual, a cada 12 meses, com no mínimo 8 horas.
A parte teórica pode ser realizada a distância, desde que atendidos os requisitos do Anexo II da NR-1 — ambiente virtual de aprendizagem, requisitos pedagógicos, tecnológicos e administrativos. A parte prática continua exigindo realização presencial. O simulador é usado nessa etapa presencial.
Sim, e é um dos usos mais úteis. O vigia não entra no espaço, mas é quem controla a permissão, acompanha o trabalhador e aciona a emergência — um papel que raramente é treinado com cenário próprio. No simulador, ele vive a situação da posição dele, inclusive quando algo dá errado lá dentro.
Não. A TENKA produz o simulador e o relatório de desempenho. A capacitação, a carga horária, o conteúdo programático, o instrutor e a emissão do certificado seguem sob responsabilidade da empresa e do seu profissional qualificado em segurança do trabalho.