Experiências jogáveis que abrem por link ou QR code, sem loja e sem instalação. É o formato com menor atrito que existe — e por isso o que melhor funciona para campanha, ativação digital e demonstração de produto.
Em campanha, o funil não morre no jogo — morre antes dele. Pedir instalação, cadastro ou atualização elimina a maior parte das pessoas que teriam jogado. O jogo de navegador existe para tirar esses passos do caminho: o visitante toca no link e já está dentro.
Sem loja, sem instalação, sem cadastro obrigatório na porta. O cadastro vem depois, quando a pessoa já se interessou.
Aparelho-alvo definido no início. Produzir para desktop e adaptar depois é o que derruba a taxa de conclusão.
O orçamento de carregamento entra no projeto, porque campanha roda em 4G e em aparelho mediano.
Site, CRM, mecânica de promoção e origem de tráfego ligados desde o começo.
Sem aprovação de loja: uma correção entra no mesmo dia, o que importa muito com campanha rodando.
O que a campanha precisa que aconteça, e em quanto tempo.
Protótipo cru da jogabilidade, testado no celular desde o primeiro dia.
Arte, código e integrações, com peso e carregamento medidos a cada entrega.
Publicação, acompanhamento durante a campanha e ajustes com dado real.
Roda, desde que seja projetado para isso. O erro comum é produzir para desktop e só depois tentar encaixar no celular — aí o peso do carregamento e o consumo de bateria derrubam a taxa de conclusão. Definimos o aparelho-alvo no início e o orçamento técnico sai dele.
Sim, em página própria ou incorporado. Em campanha, a página própria costuma render mais, porque permite medir a origem do tráfego e otimizar o anúncio sem mexer no site.
O tempo que a campanha precisar. Como é web, não depende de aprovação de loja nem de atualização do usuário: ajustes entram no ar no mesmo dia, o que é uma vantagem real quando a campanha está rodando.