Número de páginas, sozinho, não diz quase nada sobre o preço de um site. O que move o orçamento é quantas intenções de busca o site precisa atender, se o time vai editar o conteúdo sozinho, com o que o site precisa se integrar e quem escreve o texto.
"Quantas páginas?" é a primeira pergunta de quase toda proposta e é uma das que menos explica o preço. Dez páginas institucionais quase iguais são mais baratas que três páginas que precisam ranquear, converter e se integrar ao CRM. O que move o orçamento é quantas intenções de busca o site atende, quem edita o conteúdo depois e com o que ele precisa conversar.
Cada serviço que o cliente procura separadamente merece URL própria — e é isso que dá trabalho, não a contagem.
Deixar o time editar texto e imagem sem deploy custa mais na entrega e economiza por anos.
CRM, pagamento, agendamento e automação mudam o projeto de categoria.
O item mais esquecido do orçamento. Precisa estar explícito de que lado ele fica.
Site que ganha páginas e campanhas pede acompanhamento; site estável pede pouco.
Objetivo, público, prazo e o que precisa estar operando no fim.
Lista do que entra e do que não entra — é o que torna propostas comparáveis.
Valor, prazo, etapas de aprovação e o que acontece se o escopo mudar.
Se o número não couber, cortamos escopo junto — não qualidade em silêncio.
Quando o preço precisa fechar num número baixo, o que é cortado raramente é o visual — é o que não aparece na reunião de aprovação: estrutura de páginas por intenção, performance no celular, SEO técnico e texto. O site entregue fica bonito e não traz contato, e a conclusão virá como "SEO não funciona para o meu negócio". O custo real aparece dois anos depois, refazendo. Vale pedir, em qualquer proposta, que esses quatro itens estejam escritos.
A TENKA não publica tabela de preços, e nenhum valor citado aqui é preço da TENKA. Onde há referência de mercado, ela vem de terceiros e está identificada como tal, servindo para calibrar expectativa — não para orçar o seu caso. Orçamento sai depois de uma conversa de entendimento, com escopo escrito.
Porque o que normalmente é cortado para o preço fechar é justamente o que faz o site trazer contato: estrutura de páginas por intenção, performance, SEO técnico e conteúdo. O resultado é um site que existe, é bonito e não traz um orçamento por mês — e aí o custo real vira o refazimento dois anos depois.
Precisa estar explícito na proposta, de um lado ou de outro. Muita proposta pressupõe que o cliente entrega os textos, e o projeto trava por meses esperando. Se a TENKA escreve, isso entra no escopo e no prazo; se o cliente escreve, o cronograma registra essa dependência.
Hospedagem e domínio são baratos e previsíveis. O que varia é a evolução: um site institucional estável pede pouco; um site que ganha páginas, campanhas e integrações pede acompanhamento mensal. A conta honesta considera os dois anos seguintes, não só a entrega.
Chegar com a lista de páginas que o site precisa ter e o que cada uma deve fazer acontecer. Isso costuma reduzir escopo em vez de aumentar — é comum descobrir que metade das páginas pedidas não atende intenção nenhuma.