Desenvolvimento de aplicativos para iOS e Android

Aplicativos úteis e consistentes, conectados ao mesmo ecossistema do seu produto. Do protótipo navegável à publicação nas lojas — incluindo o back-end, as integrações e a operação que o app precisa para funcionar de verdade.

O app que ninguém instala

Muito projeto de aplicativo começa pela conclusão: "precisamos de um app". Aí descobre-se, depois de publicado, que o uso é esporádico e que a instalação era o maior obstáculo entre a empresa e o cliente — um site rápido teria convertido mais, por uma fração do custo. A pergunta certa não é como fazer o app, é se ele precisa existir.

O que entra no projeto

A pergunta antes do projeto

Se o caso se resolve melhor na web, dizemos isso antes de orçar. Vender um app desnecessário é o jeito mais rápido de perder o cliente seguinte.

Uma base, duas plataformas

iOS e Android a partir do mesmo código quando os requisitos permitem; nativo quando performance ou hardware exigem.

O que fica atrás da tela

Back-end, API, autenticação e permissões. O app raramente é só a interface, e é aqui que os projetos encalham.

Notificações, pagamentos e integrações

Com o que a empresa já usa — e com o tratamento de erro que mantém a operação de pé.

Publicação e operação

Processo de revisão das lojas conduzido, nas contas do cliente, e acompanhamento depois do lançamento.

Como fazemos

  1. Validar a necessidade

    Uso recorrente, offline, notificação ou hardware? Se não houver nenhum, a web resolve.

  2. Arquitetar

    Dados, autenticação, integrações e o que precisa funcionar sem conexão.

  3. Construir em fatias

    Versão utilizável cedo, em build de teste, antes de escalar o escopo.

  4. Publicar e operar

    Lojas, monitoramento e evolução — porque loja e sistema operacional mudam sozinhos.

Perguntas frequentes

Preciso mesmo de um aplicativo?

Com frequência, não. Se o uso é esporádico ou vem de campanha, um site rápido converte mais, porque não exige instalação. App compensa quando há uso recorrente, necessidade de funcionar offline, notificação como parte do produto, ou acesso a recursos do aparelho. Dizemos isso antes de orçar.

Nativo ou multiplataforma?

Multiplataforma cobre bem a maioria dos aplicativos de negócio e reduz custo e prazo mantendo uma base de código. Nativo compensa quando há exigência pesada de performance gráfica, integração profunda com o sistema ou uso intensivo de hardware. A decisão sai dos requisitos, não da preferência.

As contas das lojas ficam com quem?

Com o cliente. Conduzimos a publicação, mas a conta de desenvolvedor Apple e Google, o código e a infraestrutura ficam no nome de quem contratou.

E depois de publicado?

App publicado é começo de operação, não fim de projeto: as lojas mudam requisitos, os sistemas operacionais atualizam e o uso real revela o que o teste não revelou. Oferecemos acompanhamento mensal, ou a entrega documentada para seguir com equipe própria.