Aplicativos úteis e consistentes, conectados ao mesmo ecossistema do seu produto. Do protótipo navegável à publicação nas lojas — incluindo o back-end, as integrações e a operação que o app precisa para funcionar de verdade.
Muito projeto de aplicativo começa pela conclusão: "precisamos de um app". Aí descobre-se, depois de publicado, que o uso é esporádico e que a instalação era o maior obstáculo entre a empresa e o cliente — um site rápido teria convertido mais, por uma fração do custo. A pergunta certa não é como fazer o app, é se ele precisa existir.
Se o caso se resolve melhor na web, dizemos isso antes de orçar. Vender um app desnecessário é o jeito mais rápido de perder o cliente seguinte.
iOS e Android a partir do mesmo código quando os requisitos permitem; nativo quando performance ou hardware exigem.
Back-end, API, autenticação e permissões. O app raramente é só a interface, e é aqui que os projetos encalham.
Com o que a empresa já usa — e com o tratamento de erro que mantém a operação de pé.
Processo de revisão das lojas conduzido, nas contas do cliente, e acompanhamento depois do lançamento.
Uso recorrente, offline, notificação ou hardware? Se não houver nenhum, a web resolve.
Dados, autenticação, integrações e o que precisa funcionar sem conexão.
Versão utilizável cedo, em build de teste, antes de escalar o escopo.
Lojas, monitoramento e evolução — porque loja e sistema operacional mudam sozinhos.
Com frequência, não. Se o uso é esporádico ou vem de campanha, um site rápido converte mais, porque não exige instalação. App compensa quando há uso recorrente, necessidade de funcionar offline, notificação como parte do produto, ou acesso a recursos do aparelho. Dizemos isso antes de orçar.
Multiplataforma cobre bem a maioria dos aplicativos de negócio e reduz custo e prazo mantendo uma base de código. Nativo compensa quando há exigência pesada de performance gráfica, integração profunda com o sistema ou uso intensivo de hardware. A decisão sai dos requisitos, não da preferência.
Com o cliente. Conduzimos a publicação, mas a conta de desenvolvedor Apple e Google, o código e a infraestrutura ficam no nome de quem contratou.
App publicado é começo de operação, não fim de projeto: as lojas mudam requisitos, os sistemas operacionais atualizam e o uso real revela o que o teste não revelou. Oferecemos acompanhamento mensal, ou a entrega documentada para seguir com equipe própria.